A Dislexia pode trazer algumas
dificuldades na vida social de crianças que apresentem alguns sintomas deste
distúrbio.
O site da Associação Nacional de
Dislexia define a dislexia como "dificuldade para associar o símbolo
gráfico, as letras, com o som que elas representam, e organizá-los,
mentalmente, numa sequência temporal. É (...) inesperada, pois não está
relacionada a problemas visuais, auditivos, lesões neurológicas, retardo,
problemas psicológicos e sócio culturais".
Assim, a dislexia afeta a
qualidade do desempenho escolar, deixando pais preocupados e professores sem
saber como ajudar. Com a evolução das neurociências e maior divulgação na
mídia, os disléxicos ganharam reconhecimento e novas formas de tratamento. As
principais associações sobre o tema promovem informações, reuniões com
disléxicos e familiares assim como indicam locais para avaliação e tratamento.
O diagnóstico é feito por
exclusão de outros distúrbios (neurológicos, auditivos, visuais, etc.) que
podem afetar o processamento da linguagem. A partir da ausência de outros
distúrbios é que se aponta para a dislexia. Já o tratamento é realizado de
acordo com o grau de severidade e, preferencialmente, com equipe
multiprofissional constituída por fonoaudiólogos, psicopedagogos e psicólogos.
É importante que pais e professores observem características que podem ser indicativas de dislexia e, ainda, compreenderem que não se trata de uma doença, porém não há ’cura’, mas intervenções adequadas e algumas adaptações na forma de ensino possibilitam a superação da dificuldade em leitura.
Na maioria dos casos são os professores nos primeiros anos de escolarização que observam dificuldade em aprender a ler e escrever. São eles: lentidão para realizar tarefas; omissão ou invenção de palavras; evitar ler em voz alta; quando a criança lê sozinha há pobre compreensão textual, porém quando o texto é lido para ela há compreensão; confusão entre direita-esquerda, acima-abaixo, dentre outros.
É importante que pais e professores observem características que podem ser indicativas de dislexia e, ainda, compreenderem que não se trata de uma doença, porém não há ’cura’, mas intervenções adequadas e algumas adaptações na forma de ensino possibilitam a superação da dificuldade em leitura.
Na maioria dos casos são os professores nos primeiros anos de escolarização que observam dificuldade em aprender a ler e escrever. São eles: lentidão para realizar tarefas; omissão ou invenção de palavras; evitar ler em voz alta; quando a criança lê sozinha há pobre compreensão textual, porém quando o texto é lido para ela há compreensão; confusão entre direita-esquerda, acima-abaixo, dentre outros.
Antes da escolarização os pais
podem ficar atentos ao desenvolvimento dos filhos e observar algumas
características que podem apontar para distúrbios de linguagem como:
dificuldade para engatinhar, sentar ou andar; atraso na pronúncia de palavras;
dificuldade de entender o que se fala com ela; distúrbios do sono; inquietação
e agitação motora.
Ao suspeitar da presença de
dislexia os pais podem procurar profissionais especializados para iniciar a
avaliação e também buscar informações sobre essa dificuldade para melhor
enfrentar o diagnóstico e auxiliar seus filhos no manejo da dislexia.
Fonte: Associação Nacional de Dislexia - http://www.andislexia.org.br/faq.html
Associação Brasileira de Dislexia - http://www.dislexia.org.br/

Nenhum comentário:
Postar um comentário